Próximos Eventos
Aulas, clubes de leitura e happy hours são realizados ao vivo via Google Meet, porque acreditamos na força das conversas para criar conexões significativas entre nossas alunas.
Não conseguiu participar ao vivo? Sem problemas! As aulas são gravadas e ficam disponíveis na Plataforma Klavis. Assim, você pode assistir quando e onde quiser, direto do seu computador, tablet ou celular.
O link para os eventos são enviados para as alunas por email (30 min antes do evento começar).
Não perca nenhum evento da Klavis!
Para facilitar sua organização, cada evento abaixo conta com a opção “Google Calendar”. Basta clicar e adicionar diretamente à sua agenda. Assim, você garante que nenhum encontro especial escape do seu radar.
Livro #42: Coisa de Rico
O antropólogo Michel Alcoforado faz um mergulho no mundo das elites brasileiras e destrincha os tipos de “ricos” que temos por aqui. Durante a pesquisa, ficou claro que, a partir de um certo patamar, aos ricos não interessa mais o tamanho da conta bancária, mas os códigos que precisam dominar para fazer parte das altas rodas.
Exibir grifes espalhafatosas faz sentido para os emergentes empenhados em ostentar a nova posição, mas é sinal de arrivismo aos olhos de um rico tradicional, que tende a optar por roupas discretas e só reconhecíveis por quem domina o mesmo repertório. O jogo de distinção está em toda a parte: na escolha dos bairros para morar, na arquitetura e na decoração das casas, nos destinos de viagem, nos estudos e na linguagem. Coisa de rico examina as regras desse jogo.
Aula #49: Além de Cleópatra: o poder feminino no Egito Antigo
Muito antes de o mundo moderno discutir autonomia feminina, o Egito já reconhecia o valor, a força e a inteligência das mulheres. Nesta aula, vamos entender como elas administravam propriedades, assinavam contratos, ocupavam cargos públicos, atuavam na medicina, na religião e, em momentos decisivos, até assumiam o trono como faraós. Exploraremos figuras como Hatshepsut, Nefertiti e Merneith, além de desmistificar Cleópatra — não como femme fatale, mas como estrategista política e líder sofisticada.
Aula #50: Reis do Sertão: A Saga de Lampião e Maria Bonita
Imagine o Nordeste dos anos 1930: um lugar onde mulheres não tinham voz, não escolhiam seus destinos, viviam confinadas entre a casa e a igreja.Agora imagine Maria Gomes de Oliveira deixando tudo para trás - marido, convenções, segurança - para cavalgar livre pelo sertão ao lado de Lampião, tornando-se a primeira mulher a entrar no cangaço.Nessa aula, vamos mergulhar na história real (e surpreendente) de Lampião e Maria Bonita. Vamos além do romance de cordel: quem eram essas pessoas de verdade? O que Maria Bonita representou para as mulheres da sua época? Como o cangaço nasceu e virou lenda?Uma história brasileira de rebeldia, paixão e escolhas radicais que ainda nos fazem questionar: até onde iríamos por liberdade?
Livro #43: Monique se liberta
Este livro acompanha a trajetória da mãe do autor, Monique, que, graças ao seu trabalho com a autoficção literária ― o qual aborda justamente a origem humilde e operária da família e as humilhações decorrentes disso ―, se vê capaz de ajudar financeiramente a mãe a conquistar uma nova vida: pela primeira vez vivendo sozinha, sem filhos ou marido para cuidar, ela está, enfim, livre.
Aula #51: Como sua roupa é feita
Durante o encontro, vamos conhecer todas as etapas envolvidas na confecção de uma peça de roupa, desde a origem dos materiais até a finalização, compreendendo os processos que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia. Abordaremos também a estrutura de custos por trás do preço final das roupas, ajudando a entender por que determinadas peças custam mais do que outras e quais fatores influenciam esse valor. Além disso, será possível diferenciar o modelo de fast fashion de práticas de produção consciente, refletindo sobre os impactos sociais, ambientais e humanos de cada escolha.
Livro #44: A revolucao dos bichos
Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.
De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos - expurgos, instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História - mimetizam os que estavam em curso na União Soviética.
Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram
A revolução dos bichos
a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto.
Depois das profundas transformações políticas que mudaram a fisionomia do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens. De certo modo, a inteligência política que humaniza seus bichos é a mesma que animaliza os homens.
Escrito com perfeito domínio da narrativa, atenção às minúcias e extraordinária capacidade de criação de personagens e situações,
A revolução dos bichos
combina de maneira feliz duas ricas tradições literárias: a das fábulas morais, que remontam a Esopo, e a da sátira política, que teve talvez em Jonathan Swift seu representante máximo.
Livro #45: Geração Ansiosa
As crianças e os adolescentes estão em perigo. Desde o início dos anos 2010, as taxas de depressão, ansiedade e outros transtornos mentais têm crescido vertiginosamente nesses grupos. Em
A geração ansiosa, o psicólogo social Jonathan Haidt explica as causas dessa epidemia e defende uma infância longe das telas.
O autor demonstra como a “infância baseada no brincar” entrou em declínio na década de 1980 e foi substituída pela “infância baseada no celular”, acompanhada por uma hiperconectividade que alterou o desenvolvimento social e neurológico dos jovens e tem causado privação de sono, privação social, fragmentação da atenção e vício. Ele também examina por que as redes sociais prejudicam mais as meninas e os motivos que levam os meninos a migrar do mundo real para o virtual, com consequências desastrosas para eles e as pessoas a seu redor.
Diante desse cenário catastrófico, Haidt mostra o que pais, professores, escolas, empresas de tecnologia e governos podem fazer na prática para reverter a situação e evitar danos psicológicos ainda mais profundos. Um plano de ação que não podemos nos dar ao luxo de ignorar, porque o que está em jogo não é apenas o bem-estar de nossas crianças, mas da sociedade como um todo.
Livro #46: Meridiana
Meridiana, de Eliana Alves Cruz, é um romance que acompanha a trajetória de uma família negra que conquista a ascensão social e passa a viver na classe média, sem que isso signifique o fim dos conflitos. A história mostra como essa mudança expõe tensões profundas ligadas ao racismo, ao pertencimento e à identidade, revelando que subir economicamente não apaga marcas históricas nem garante aceitação plena. A narrativa é construída a partir das vozes dos diferentes membros da família, permitindo ao leitor perceber como cada um vive de maneira particular as conquistas, as perdas e as contradições desse novo lugar social. No centro do livro está Meridiana, cuja experiência simboliza estar entre dois mundos, tentando compreender quem se é quando se deixa um espaço, mas não se é totalmente acolhido em outro. O romance reflete, assim, sobre desigualdade, laços familiares e os custos emocionais da mobilidade social no Brasil.
Livro #47: A megera domada
Graciosa e delicada, Bianca era cortejada por vários pretendentes. Catarina, mais velha, de temperamento difícil e decidida a nunca se casar, espantava quem aparecesse para pedir sua mão em casamento. Foi então que Bianca articulou um plano para Petrucchio, recém-chegado à cidade, pedir a mão da megera. Esperto, pensando em se dar bem financeiramente, ele agarrou a oportunidade de casar-se com Catarina. Água e vinho ele rústico, mal-educado e pobre ela, fina, culta e com um dote de fazer inveja a qualquer moça da cidade , os protagonistas encantam leitores e espectadores desde 1593. Adaptada para prosa pelo escritor Júlio Emílio Braz, a peça de teatral do dramaturgo inglês William Shakespeare é uma das primeiras e a mais rica, de acordo com os críticos escritas pelo autor e tem como tema central o casamento, a guerra entre os sexos opostos e as conquistas amorosas.
Livro #48: A morte de Ivan Ilitch
Ivan Ilitch acreditava ser um homem especial, não pensando no fim que todos terão igualmente um dia. Ele estava comprometido com a vida buscando ascensão profissional, status financeiro e o poder de um funcionário público do sistema judiciário da Rússia czarista. No auge da carreira ele sofre um acidente trivial que gradualmente começa a atormentá-lo. Os médicos não conseguem aliviar o sofrimento dele nem lidar com a misteriosa doença que consome sua vida. A morte de Ivan Ilitch revela o desespero que surge com a consciência despertada para a verdadeira natureza da vida.
Livro #49: A coragem de ser imperfeito
Como aceitar a própria vulnerabilidade, vencer a vergonha e ousar ser quem você é.
Viver é experimentar incertezas, riscos e se expor emocionalmente. Mas isso não precisa ser ruim. Como mostra Brené Brown, a vulnerabilidade não é uma medida de fraqueza, mas a melhor definição de coragem.
Quando fugimos de emoções como medo, mágoa e decepção, também nos fechamos para o amor, a aceitação e a criatividade. Por isso, as pessoas que se defendem a todo custo do erro e do fracasso acabam se frustrando e se distanciando das experiências marcantes que dão significado à vida.
Por outro lado, as que se expõem e se abrem para coisas novas são mais autênticas e realizadas, ainda que se tornem alvo de críticas e de inveja. É preciso lidar com os dois lados da moeda para se ter uma vida plena. Em sua pesquisa pioneira sobre vulnerabilidade, Brené Brown concluiu que fazemos uso de um verdadeiro arsenal contra a vergonha de nos expor e a sensação de não sermos bons o bastante, e que existem estratégias eficazes para serem usadas nesse “desarmamento”.
Neste livro, ela apresenta suas descobertas e estratégias bem-sucedidas, toca em feridas delicadas e provoca grandes insights, desafiando-nos a mudar a maneira como vivemos e nos relacionamos.
Livro #50: Em busca de mim
O livro Em Busca de Mim, da atriz Viola Davis, é uma autobiografia em que ela conta sua própria vida desde a infância até se tornar uma das artistas mais respeitadas de Hollywood. Nele, Viola narra com honestidade e emoção como cresceu em extrema pobreza em Central Falls, no estado de Rhode Island (EUA), enfrentando fome, violência doméstica, racismo e inseguranças profundas. A atuação e a arte aparecem como um refúgio e uma forma poderosa de expressão que a ajudaram a transformar sua vida e a buscar seu propósito. Ela descreve sua jornada pelos estudos de atuação, a luta para conseguir papéis relevantes, os desafios de ser uma mulher negra na indústria do entretenimento e as conquistas que vieram com muito trabalho e resiliência, incluindo papéis marcantes no teatro, cinema e televisão. Ao mesmo tempo, o livro é uma reflexão íntima sobre autoconhecimento, superação de traumas, amor-próprio e a coragem de abandonar máscaras sociais para viver sua verdade. Viola compartilha também aspectos pessoais, como sua família e relações, com o objetivo de inspirar o leitor a enfrentar seu passado e encontrar uma vida mais autêntica e significativa
Livro #51: A filha perdida
A Filha Perdida, de Elena Ferrante, aborda os conflitos internos de uma mulher em relação à maternidade, à identidade e às escolhas de vida. A narrativa acompanha Leda, uma professora universitária de 48 anos que passa férias sozinha após as filhas irem morar com o pai. Inicialmente, ela sente alívio e liberdade, mas sua tranquilidade é abalada ao observar uma jovem mãe, Nina, e sua filha na praia. Essa convivência desperta lembranças de sua própria experiência como mãe. Leda revive culpas, erros e decisões tomadas para priorizar a carreira. A perda de uma boneca funciona como símbolo desses conflitos internos. O romance explora o peso emocional da maternidade e o desejo de autonomia. A obra revela sentimentos contraditórios como amor, culpa e frustração.
Aula #48: Feng Shui: A Energia que Mora com Você
Você já sentiu que sua casa poderia fluir melhor, trazer mais equilíbrio, leveza e bem-estar?
Convidamos você para uma aula especial de Feng Shui, onde aprenderá como harmonizar seus espaços e transformar a energia do seu lar de forma prática e consciente. Nesta aula, você vai conhecer os fundamentos essenciais do Feng Shui, entendendo a filosofia dessa prática milenar chinesa, o conceito de chi (energia vital) e como o ambiente influencia diretamente sua saúde, emoções e qualidade de vida — mesmo nos espaços modernos. A aula trará dicas práticas para os ambientes prioritários do lar, além de revelar erros comuns no Feng Shui e soluções simples que geram mudanças imediatas na energia do ambiente. Para finalizar, teremos uma aplicação prática, com exercícios guiados para você identificar pontos de melhoria na sua casa e criar um plano de ação personalizado.
Livro #41: Orgulho e preconceito
Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista.
Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína - recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.
Aula extra: Metas que saem da gaveta
Todos os anos, pessoas e equipes criam metas que parecem certas no papel, mas que não se sustentam na prática. O problema não é falta de disciplina. Muitas metas falham porque são criadas a partir de expectativas externas e não da realidade emocional, dos valores e das prioridades individuais. A aula “Metas que Saem da Gaveta” propõe uma mudança de olhar: antes de definir metas, é preciso compreender quem se é, o que importa e em que fase da vida se está.
Aula #47: Ópera:o Espelho da Alma
Na aula “A Ópera como Espelho da Alma Humana”, conduzida pelo professor Alexandre Innecco, vamos mergulhar no universo da ópera, entender como esse gênero nasceu, quais são suas estruturas fundamentais e quem são os artistas que o transformaram em uma das expressões mais completas da arte. Vamos aprender de que maneira a ópera traduz emoções humanas atemporais — amor, ciúme, poder, fé e redenção — permitindo compreender por que ela continua a tocar tão profundamente o público ao longo dos séculos.
Livro #40: A arte de gastar dinheiro
O dinheiro pode comprar felicidade? Com certeza. No entanto, é comum confundirmos as expectativas sociais com o que realmente importa e esquecemos que o retorno sobre investimento mais valioso é a paz de espírito.
Morgan Housel tem ajudado milhões de pessoas em todo o mundo a repensar a forma como ganham, poupam e investem o próprio dinheiro. Em A arte de gastar dinheiro , ele volta sua atenção para o outro lado da equação: como gastar aquilo que ganhamos.
A partir de uma abordagem prática e revigorante, Housel investiga as complexidades que envolvem o dinheiro – inveja, aspirações sociais, identidade e insegurança –, aspectos cruciais que muitas vezes não são abordados nos livros de finanças tradicionais. Em vez de conselhos financeiros padronizados, ele fornece ferramentas psicológicas para você navegar em sua relação pessoal com o dinheiro e otimizar sua felicidade.
Munido de novas percepções sobre dinheiro e riqueza, você aprenderá a evitar armadilhas comuns dos gastos, a investir com mais inteligência e a usar todo o potencial do dinheiro para aproveitar a vida com satisfação e significado.
Aula 46#: O mito de Perséfone: nascer, florescer, renascer.
O mito de Perséfone e Deméter é uma das narrativas mais poderosas da Grécia Antiga sobre maternidade, perda, amadurecimento e renascimento. Além de explicar as estações do ano e os ciclos da natureza, este mito revela como os gregos entendiam as fases da vida feminina.
Exploraremos quem eram Perséfone e Deméter, o papel das deusas na sociedade grega e como, por trás dos seus mitos e rituais, existiam reflexões profundas sobre corpo, sexualidade, poder e transformação.
Livro #39: A invenção de uma bela velhice
Com base em entrevistas com nonagenários independentes, saudáveis e vivos, a antropóloga Mirian Goldenberg identifica os 10 caminhos que transformam uma vida longa em uma trajetória com propósito: ter projetos, buscar sentido, valorizar a liberdade, cultivar felicidade, amizades, presença, assertividade, autenticidade, coragem e risadas.
Para Goldenberg, a “bela velhice” não é privilégio: é uma construção individual e social. A partir dessas histórias, ela desafia estigmas (como a velhofobia) e propõe: não desapareça com o tempo — reinvente-se. Por que, afinal, quem disse que envelhecer precisa ser triste?
Aula #45: Segundo cérebro: a importância do intestino
Não é à toa que o intestino é chamado de nosso segundo cérebro. Muito além da digestão, ele participa da regulação do humor, da imunidade e do equilíbrio do corpo como um todo. Nesta aula, vamos entender como o intestino funciona, por que ele é tão central para a nossa saúde e quais hábitos ajudam esse órgão a trabalhar de maneira eficiente. Uma oportunidade de enxergar o corpo por dentro com mais clareza — e cuidar dele de forma prática e consciente.
Livro #38: Herdeiras do mar
Na Ilha de Jeju, em 1943, Hana e sua irmã mais nova, Emi, fazem parte de uma comunidade de haenyeo — corajosas mulheres mergulhadoras que sustentam suas famílias com o que tiram do mar. Quando Hana, aos 16 anos, se vê obrigada a proteger Emi de um soldado japonês, ela é capturada e enviada à Manchúria para servir como “mulher de conforto” — termo que disfarça um regime de opressão sexual e violência institucionalizada.
Sobrevivente e resiliente, Hana agarra-se à esperança de retornar à irmã e à casa — mesmo enfrentando abusos inimagináveis. Em paralelo, acompanhamos Emi em 2011, lidando com as consequências de uma infância marcada pela ausência e pelo silêncio, enquanto busca reconciliação com seu passado.
Aula #44: A filosofia de Sartre
Na próxima aula da Klavis, vamos mergulhar na filosofia de Jean-Paul Sartre e compreender o que foi, afinal, o existencialismo — uma das correntes mais marcantes do pensamento moderno. A partir de sua biografia e de suas relações intelectuais com Simone de Beauvoir e Albert Camus, vamos contextualizar como sua filosofia nasceu e se desenvolveu. Entenderemos as bases teóricas do existencialismo e sua famosa inversão do “penso, logo existo” para “existo, logo penso”, além de refletirmos sobre suas implicações morais: a liberdade, a responsabilidade e o olhar do outro. Mais do que uma teoria, veremos como Sartre fez da própria vida uma expressão de sua filosofia — vivendo, de fato, o que pensava.
Livro #37: Os oito vestidos Dior
Lucille ama profundamente sua avó Sylvie. Quando a avó lhe pede uma missão: resgatar um vestido Dior inestimável em Paris, Lucille embarca sem imaginar que a busca se tornaria uma jornada de descobertas. Em meio às ruas da capital francesa, ela encontra fragmentos de um passado que revela a história de Alice Ainsley, uma mulher de 1952, casada com um embaixador britânico e presa entre a aparência e o desejo de ser amada.
Alice vive envolvida em festas, joias e alta-costura — até que uma visita inesperada a faz desafiar convenções e encarar as consequências de seguir o coração. Enquanto isso, Lucille descobre que o vestido é apenas o início: cada peça carrega um segredo, e a conexão entre passado e presente revela laços profundos entre essas duas mulheres.
Workshop #01: Vibe-coding - como criar sites e apps sem saber programar
Entre tantos temas, por que aprender Vibe-Coding?
O mundo digital faz parte da nossa vida em tudo: no trabalho, nos estudos, nos relacionamentos e até na forma como consumimos e nos comunicamos. Saber criar sites e aplicativos já não é só para programadores — é uma habilidade que amplia possibilidades.
Com o vibe-coding, você aprende a usar a inteligência artificial para transformar ideias em projetos reais, sem precisar dominar programação. É uma forma prática, rápida e acessível de ganhar autonomia, seja para lançar um negócio, organizar projetos pessoais ou simplesmente entender melhor o universo digital.
Na Klavis, acreditamos que a mulher moderna não pode ser apenas usuária da tecnologia — ela também pode criar, inovar e liderar com ela.
O que vamos aprender no workshop:
Como criar sites e apps do zero usando inteligência artificial.
A base do vibe-coding: o poder de escrever bons prompts.
Diferenças entre vibe-coding e no-code tradicional.
Como usar ferramentas como Lovable e Cursor.
Como o ChatGPT pode ser seu parceiro de criação.
E, claro, colocar seu primeiro projeto no ar!
Estrutura do Workshop
Parte 1 – 11/Nov (terça), 19h30 às 21h30
Parte 2 – 12/Nov (quarta), 19h30 às 21h30
Tira-dúvidas – 19/Nov (terça), 19h30 às 20h30
Investimento
> Workshop ao vivo (dois dias): R$ 397
> Gravação apenas: R$ 79,90
Aula #43: Os princípios do design
Você já parou para pensar que o design está em todas as partes?
Na estampa da sua roupa, no convite de aniversário das crianças, na disposição dos móveis da sua sala, no aplicativo que você usa todos os dias.
Entender design é entender como o mundo comunica, influencia e desperta emoções. Nesta aula, vamos explorar o que é — e o que não é — design, seus princípios e elementos fundamentais, e como eles se manifestam no nosso dia a dia. Vamos discutir o impacto do design no consumo e no comportamento humano, revelando como ele é capaz de criar desejo, moldar escolhas e, às vezes, manipular decisões — um tema que conversa diretamente com o livro Nudge. Por fim, refletiremos sobre o verdadeiro papel do design e seu potencial de gerar transformações sociais positivas, mostrando que o bom design não é apenas bonito: ele é ético, funcional e humano.
Livro #36: Nudge - Como tomar melhores decisões
No livro que popularizou a economia comportamental, Richard Thaler (ganhador do premio Nobel de economia) e Cass Sunstein (professor de Harvard) exploram como somos sistematicamente influenciados — muitas vezes sem perceber — por erros cognitivos como procrastinação, impulsividade e excesso de informação.
Eles apresentam o conceito de choice architecture (arquitetura de escolhas): com ajustes sutis — como habilitar inscrições automáticas em planos de previdência, reorganizar produtos em uma lanchonete ou inserir lembretes simples — podemos "empurrar gentilmente" as pessoas a decisões melhores, sem eliminar sua liberdade.
Livro #35: Filho do Hamas
Mosab Hassan Yousef cresceu nos bastidores do Hamas — seu pai, Sheikh Hassan Yousef, era uma das principais lideranças do grupo. Movido por raiva e idealismo, foi preso quando completava 18 anos. Sob interrogatório e tortura por dias, recebeu um convite inesperado liberdade em troca de virar espião para Israel.
Durante dez anos, Mosab viveu uma vida dupla, entregando informações cruciais que ajudaram a impedir dezenas de ataques suicidas e derrubar células terroristas — muitas vezes revelando segredos de líderes que ele conhecia pessoalmente.
Aula #41 - Corrida espacial
Na aula "Corrida Espacial: por que queremos tocar as estrelas" vamos explorar o que realmente motiva essa busca — seria curiosidade científica, prestígio internacional, sobrevivência da espécie ou interesses econômicos? Mais do que uma aventura futurista, a corrida espacial será apresentada como uma poderosa narrativa sobre poder, inovação e a própria condição humana. Venha refletir com a gente sobre os caminhos que nos levam para além da Terra e o que isso revela sobre quem somos.
Livro #34: Seis substancias para viver bem
Dopamina, ocitocina, endorfina, serotonina, cortisol e testosterona: essas seis substâncias moldam grande parte de como nos sentimos e agimos no dia a dia. Em Seis Substâncias para Viver Bem, o pesquisador e palestrante David JP Phillips apresenta, com base em dados científicos e exemplos reais, estratégias acessíveis e atividades práticas para estimular cada uma dessas substâncias de forma natural.
Aula #40: Sustentabilidade no Dia a Dia
Quando ouvimos falar em sustentabilidade, muitas vezes pensamos em soluções distantes da nossa realidade ou em mudanças drásticas que parecem inviáveis no cotidiano. Mas a verdade é que pequenas atitudes diárias, quando feitas por muitas pessoas, geram um impacto enorme.
Nesta aula, vamos entender qual é a situação atual do nosso planeta e por que precisamos agir agora. Vamos falar sobre conceitos básicos que todo mundo deveria saber — como a separação do lixo e o consumo consciente — e, principalmente, sobre o que você pode fazer HOJE para reduzir seu impacto ambiental, de maneira realista e possível.
Porque a sustentabilidade não precisa ser perfeita. Ela precisa ser prática.
Livro #33: Pequena coreografia do adeus
Crescer é, muitas vezes, aprender a dizer adeus — à infância, à família, às dores que já não cabem mais.
No segundo romance de Aline Bei, acompanhamos a história de Júlia, uma adolescente que carrega no corpo e na alma as marcas de uma família desfeita. Filha de pais ausentes e violentos, ela tenta sobreviver às ausências e construir algum tipo de amor próprio entre silêncios, gritos e palavras ditas pela metade.
Aula #39 - A química dos cosméticos
Vamos mergulhar no universo da beleza sob a perspectiva da ciência! Você vai entender como o pH da pele, do cabelo e das unhas influencia na escolha dos produtos ideais, além de conhecer a função dos principais ingredientes presentes em cosméticos comuns. Vamos revelar o que evitar a qualquer custo em fórmulas, ensinar como ler rótulos de forma prática e desmistificar algumas crenças populares com um bate-papo sobre mitos e verdades da indústria cosmética. Ideal para quem quer cuidar melhor de si com conhecimento e consciência!
Livro #32: Estranhos a nós mesmos
Rachel Aviv, aclamada jornalista, nos conduz por seis trajetórias de pessoas que enfrentaram transtornos mentais complexos, com o objetivo de investigar como diferentes culturas, histórias de vida e diagnósticos moldam — e às vezes distorcem — a forma como entendemos a nós mesmos.
Entrelaçando essas narrativas com sua própria experiência — ela foi internada aos seis anos por anorexia —, Aviv mostra como os diagnósticos podem funcionar tanto como alívio quanto como prisão: oferecem sentido, mas também impõem limites.
Com apuro investigativo e sensibilidade, ela questiona a ideia da “desordem química cerebral” como explicação universal e defende que a mente é formada por uma trama de fatores biológicos, psicológicos, culturais e sociais. O resultado é um livro que desafia certezas e propõe uma pergunta essencial: até que ponto somos definidos pelas histórias que contamos — ou que nos contam — sobre quem somos?
Aula #38: A construção do gosto segundo Pierre Bordieu
A partir da teoria de Pierre Bourdieu, vamos discutir como o gosto não é simplesmente uma questão de escolha individual, mas sim um produto das nossas experiências sociais, da educação que recebemos e do meio em que vivemos. Vamos entender o papel do habitus, a influência do capital cultural e como o gosto se torna uma forma de distinção entre classes sociais. Será um momento para ampliar o olhar crítico e repensar o que consideramos belo, valioso ou “de bom gosto”.
Livro #31: O Alquimista
O Alquimista acompanha a jornada de Santiago, um jovem pastor andaluz que sonha com um tesouro escondido ao pé das pirâmides do Egito. Movido por esse presságio, ele deixa tudo para trás e parte em busca de sua “Lenda Pessoal” — um conceito que, segundo o livro, representa aquilo que cada um nasceu para realizar.
Ao longo do caminho, Santiago encontra reis, mercadores, um alquimista e o próprio deserto, e descobre que o verdadeiro tesouro pode não estar onde ele imaginava. Com linguagem simples e tom de fábula, Paulo Coelho mistura espiritualidade, filosofia e autoconhecimento numa narrativa que já conquistou milhões de leitores em todo o mundo.
Aula #37: Viver em Tempos Líquidos: o Mundo Segundo Zygmunt Bauman
Image: Zygmunt Bauman. Source: Simon and Simon Photography.
Aula #36: O poder faraônico e os templos memoriais
Por que os faraós investiam tanto na construção de templos monumentais? Como a arquitetura e a arte serviam para eternizar seu poder?
Nesta aula, vamos explorar a relação entre política, religião e memória no Egito Antigo. A professora Cíntia Rolland nos conduzirá pelos principais templos, revelando como esses espaços funcionavam não apenas como locais de culto, mas também como instrumentos de propaganda, legitimação e imortalidade dos reis.
Entenderemos como o poder faraônico era representado visualmente, quais deuses estavam associados a essa construção de autoridade e por que os templos memoriais permanecem, até hoje, como símbolos do fascínio que o Egito exerce sobre o mundo.
Livro #30: Quatro mil semanas
Com uma média de 4 mil semanas de vida, talvez seja hora de repensar como usamos o nosso tempo.
Neste livro, o jornalista Oliver Burkeman desmonta as promessas da indústria da produtividade e propõe uma reflexão mais honesta (e libertadora) sobre o tempo. Em vez de tentar fazer tudo caber na agenda, ele convida o leitor a aceitar seus limites, fazer as pazes com a finitude e escolher com mais consciência onde colocar sua atenção.
Afinal, em vez de correr atrás de otimizações infinitas, talvez o segredo seja abraçar o que é realmente importante — mesmo que isso signifique deixar várias coisas para trás.
Aula extra: Como fazer vídeos incríveis
As redes sociais são hoje uma das principais ferramentas para divulgar nossos produtos, serviços e ideias. E quando o assunto é atrair seguidores e possíveis clientes, os vídeos estão no topo da lista.
Chamamos a klavizete Rafaella Golob — advogada e nossa gen-z preferida — vai compartilhar dicas práticas para você gravar, editar e publicar vídeos que se destacam no Instagram e TikTok.
Aula #35: Semiótica: A linguagem invisível das coisas
Você já parou para pensar em como os objetos ao nosso redor comunicam ideias, valores e significados sem dizer uma palavra? Nessa aula vamos explorar como os signos estão presentes em tudo o que nos cerca — da moda à arte, da arquitetura ao design. Também vamos entender como a interpretação simbólica molda nossas percepções, como as mensagens são codificadas em formas, cores e materiais, e de que maneira a cultura e o contexto influenciam essa leitura.